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FICHA TÉCNICA

12 dias

15 a 26/09/2027

Ásia

Indonésia

MÉDIO

On-road com trechos de terra
ROADMAP
Dia 1 - 15/09 - quarta: Chegada em Bali
Bem-vindo à Indonésia.
Recepção no aeroporto de Denpasar com colar de flores e transfer ao hotel em Seminyak. O resto do dia é para o fuso baixar: piscina, primeira caminhada até a praia, o primeiro pôr do sol de Bali — que acontece exatamente onde termina a rua do hotel.
No fim da tarde, entrega das motos e do kit de pilotagem, ajuste de altura de banco e retrovisor, e o briefing de rota: os mapas abertos, as balsas explicadas, o combinado de como o grupo anda e onde se reagrupa.
Jantar de boas-vindas à beira da piscina, com o time local que vai rodar com a gente pelos próximos onze dias. A partir daqui, cada noite é numa ilha diferente da anterior.
Dia 2 - 16/09 - quinta: Seminyak › Tejakula (≈ 130 km · 4h45)
Saímos do sul turístico logo cedo e, em menos de uma hora, Bali muda completamente. As ruas viram estradinhas entre arrozais em terraço, os templos aparecem a cada curva e o trânsito some.
Antes de subir a montanha, uma cerimônia de bênção em um templo hindu — de sarong amarrado na cintura, como manda a tradição, com o sacerdote molhando a testa de cada piloto e prendendo um punhado de arroz. Não é encenação para turista: é o que os balineses fazem antes de qualquer viagem longa.
Depois, a estrada de montanha do centro da ilha, entre plantações de café e clima de serra, e a descida para a costa norte, onde o turismo praticamente não chega e a areia é preta, de vulcão. No caminho, visita a um dos projetos sociais apoiados pela operação local. Noite em Tejakula, com o mar a vinte metros da porta.
Dia 3 - 17/09 - sexta: Tejakula › Ubud (≈ 114 km · 4h30)
O dia mais divertido de Bali, e o que rende as melhores fotos da viagem.
Subimos a encosta do vulcão por uma trilha de terra com rampas de mais de 20% — trecho curto, cheio de gente da vila acenando na beira, com o cone do Batur aparecendo inteiro quando a vegetação abre. Não é off-road pesado, mas é o suficiente para o grupo descer da moto rindo.
Na descida, fontes termais em meio à floresta, com massagem feita dentro d’água por terapeutas locais. Almoço tardio, sem pressa.
Chegada a Ubud no fim da tarde — a capital cultural de Bali, com suas oficinas de escultura, seus templos e sua floresta de macacos. Hospedagem em bangalôs de bambu suspensos sobre os arrozais, com o som de rã e cigarra à noite. É o tipo de quarto do qual ninguém quer sair.
Dia 4 - 18/09 - sábado: Ubud › Lombok › Gili Trawangan (≈ 146 km · 4h30)
Primeira travessia com as motos a bordo. Embarque no porto leste de Bali e desembarque em Lombok, uma ilha vizinha que parece de outro país: mais seca, mais muçulmana, muito mais vazia.
Do outro lado, arrozais em terraço descendo até o mar, búfalos andando na areia de praias selvagens onde não há uma única construção, e uma passada pelo circuito de Mandalika, o traçado do MotoGP da Indonésia encravado entre os morros e o oceano — dá para parar e ver a pista de perto.
No fim da tarde, deixamos as motos em terra firme e cruzamos de barco rápido para Gili Trawangan. A ilha aparece na proa como uma linha branca sobre a água azul.
Dia 5 - 19/09 - domingo: Gili Trawangan — dia sem moto
Nenhum motor hoje. Em Gili Trawangan não circulam carros nem motos: só bicicleta, carroça puxada a cavalo e o pé.
Manhã de snorkeling sobre as estátuas submersas — um conjunto de figuras humanas de concreto instaladas no fundo, hoje cobertas de coral — e nado com as tartarugas-verdes, que passam a menos de um metro e não se importam com a presença de ninguém.
Tarde livre: rede, cerveja gelada, uma volta de bicicleta pela ilha inteira em quarenta minutos. À noite, jantar de frutos do mar na areia e fogueira na praia, com o grupo já entrosado e a metade da viagem pela frente.
É o dia que o roteiro chama de slow traveling — e é ele que faz a diferença entre uma viagem dura e uma viagem boa.
Dia 6 - 20/09 - segunda: Gili › Sumbawa › Sekongkang (≈ 230 km · 6h)
De volta às motos, com o corpo descansado.
Pela manhã, as cachoeiras na base do vulcão Rinjani, com poços de água gelada no meio da floresta — o contraste perfeito com o calor da estrada. À tarde, a segunda balsa: destino Sumbawa, a ilha que quase nenhum turista visita.
Subimos ao mirante de Mantar, uma vila no alto de um morro de onde se vê Lombok e Sumbawa ao mesmo tempo, com o estreito entre as duas lá embaixo. A estrada é estreita, íngreme e vazia. Chegada a Sekongkang, na ponta sudoeste, com o hotel de frente para uma baía onde não há mais ninguém.
Dia 7 - 21/09 - terça: Sekongkang › Moyo Utara (≈ 210 km · 5h30)
O dia da Sumbawa profunda, e provavelmente o mais autêntico da viagem.
A estrada corta o interior da ilha entre mercados de rua onde o grupo vira a atração do dia — as crianças correm atrás das motos, os vendedores param de vender para olhar —, arrozais em vários tons de verde, vulcões no horizonte e pontes de madeira suspensas que se atravessa uma moto por vez, com o rio correndo embaixo.
Não há placa de hotel, não há cartão-postal, não há fila. É a Indonésia como ela é fora do folheto.
Fim de tarde num resort à beira-mar em Moyo Utara, com a ilha de Moyo do outro lado do canal.
Dia 8 - 22/09 - quarta: Moyo Utara — dia sem moto (tubarões-baleia)
Saída antes do amanhecer, ainda no escuro, em barcos de balancim com os pescadores da baía.
Eles trabalham com plataformas flutuantes e, todas as manhãs, os tubarões-baleia aparecem para se alimentar junto às redes. São o maior peixe do mundo — até doze metros —, completamente inofensivos, filtradores de plâncton. Entrar na água ao lado de um deles, com o sol nascendo e o casco de madeira balançando, é o tipo de coisa que não se explica bem depois.
Não é passeio de aquário nem atração montada: é o encontro que acontece onde eles vivem, com quem convive com eles todo dia.
Volta ao hotel para o café da manhã e o resto do dia livre — massagem, mar, rede. Segunda noite em Moyo Utara.
Dia 9 - 23/09 - quinta: Moyo Utara › Bima (≈ 325 km · 7h)
A etapa mais longa do roteiro, atravessando Sumbawa de ponta a ponta pela estrada que contorna a baía de Saleh.
A paisagem seca de savana, os búfalos que atravessam a pista sem aviso, os cavalos soltos, os vilarejos que se sucedem a cada trinta quilômetros. É um dia de quilometragem — e de conversa boa nas paradas, porque a estrada não exige muito e o cenário faz o trabalho sozinho.
Chegada a Bima, no extremo leste da ilha, com o pôr do sol de savana pela frente e a última noite de Sumbawa.
Dia 10 - 24/09 - sexta: Bima › Komodo › Labuan Bajo (≈ 50 km + navegação)
O dia que dá nome à viagem.
Trecho curto de moto até o porto pesqueiro de Sape e, dali, um dia inteiro de barco privativo pelo Parque Nacional de Komodo — Patrimônio Natural da UNESCO.
A trilha até o mirante da Ilha de Padar, com três enseadas de areias de cores diferentes se abrindo lá embaixo, é a foto que todo mundo já viu e ninguém acredita quando vê ao vivo. Depois, o desembarque em Komodo, onde os dragões — os maiores lagartos do mundo, três metros — andam soltos e um guarda-parque com uma vara bifurcada é toda a proteção que existe.
À tarde, snorkeling em Siaba com as tartarugas, a língua de areia da Bat Island e as arraias gigantes do Manta Point, que passam por baixo do barco como planadores. Chegada a Labuan Bajo ao anoitecer, com o porto acendendo.
Dia 11 - 25/09 - sábado: Labuan Bajo › Bali
Manhã livre na praia privativa do hotel — a última do mar de Flores.
Voo doméstico de Komodo de volta a Bali (as motos seguem por conta da operação, e ninguém precisa refazer os 1.259 km de volta). À tarde, cerimônia de encerramento com a entrega das medalhas de finisher e o último pôr do sol num beach club de Seminyak, com o pé na areia e a viagem inteira ainda fresca.
Noite em Bali, no mesmo hotel do primeiro dia — e a sensação de que o sujeito que chegou aqui há onze dias era outra pessoa.
Dia 12 - 26/09 - domingo: Bali, Indonésia
Manhã de compras nos mercados de artesanato de Seminyak e Canggu, massagem balinesa antes do voo e transfer ao aeroporto de Denpasar.
Quem quiser esticar, Nusa Penida fica a quarenta minutos de barco, Uluwatu tem o templo no alto da falésia com a dança kecak ao pôr do sol, e os arrozais de Jatiluwih — Patrimônio da UNESCO — estão a duas horas dali. O guia ajuda a montar.
PRINCIPAIS ATRAÇÕES DO TOUR BALI 2 KOMODO
PARQUE NACIONAL DE KOMODO
Um dia inteiro de barco privativo entre ilhas: o mirante da Ilha de Padar com as três enseadas de areias diferentes, os dragões de Komodo soltos em terra, o snorkeling em Siaba e as arraias gigantes do Manta Point. Patrimônio Natural da UNESCO e, sozinho, motivo suficiente para a viagem.
NADAR COM TUBARÕES-BALEIA
Na baía de Moyo, saída antes do amanhecer com os pescadores locais em barcos de balancim para nadar ao lado do maior peixe do mundo. Não é atração montada: é o encontro que acontece onde eles vivem, com quem convive com eles todo dia.
DOIS DIAS SEM CAPACETE
Um nas ilhas Gili, onde não circulam carros nem motos, e outro em Moyo. São os dias que fazem a diferença entre um roteiro duro e uma viagem que dá vontade de repetir — e os que tornam o tour viável para quem viaja acompanhado.
ILHA A ILHA, DE BALSA
Bali, Lombok, Sumbawa e Flores. As motos embarcam junto em cada travessia, e cada desembarque devolve o grupo a uma ilha que não se parece com a anterior — outra religião, outra paisagem, outro ritmo.
SUMBAWA PROFUNDA
Dois dias na ilha que o turismo não alcançou: mercados de rua onde o grupo vira a atração, pontes de madeira que se atravessa uma moto por vez, vulcões no horizonte e praias sem ninguém.
A SUBIDA DE TERRA NO VULCÃO
Rampas de mais de 20% na encosta do Batur, em Bali — o trecho curto de off-road que rende as melhores fotos e as melhores histórias da viagem.
CIRCUITO DE MANDALIKA
A pista do MotoGP da Indonésia, encravada entre morros e mar no sul de Lombok, na rota do quarto dia.
FORMATO DELUXE
Hotéis cinco estrelas, barco privativo em Komodo, carro de apoio, mecânico na estrada, voo doméstico na volta, massagens, todas as refeições e guia ROXMOTORS em português do primeiro ao último dia.


Mapa aproximado do roteiro. Linha cheia: trechos de moto. Linha tracejada: travessias de balsa.
ESTÁ INCLUSO
- Hotéis 5 estrelas em todas as noites, sempre à beira-mar ou entre os arrozais;
- Três refeições por dia, do café da manhã ao jantar;
- Moto com combustível incluso, equipamento de pilotagem e todas as travessias de balsa com as motos a bordo;
- Barco privativo no Parque Nacional de Komodo e todas as entradas e passeios do roteiro;
- Voo doméstico de volta de Komodo a Bali — as motos retornam por conta da operação;
- Carro de apoio com mecânico acompanhando o grupo;
- Guia local e guia da ROXMOTORS em português do primeiro ao último dia;
- Massagens previstas no roteiro, traslados de aeroporto e edição de vídeo da viagem;
- Seguro viagem, kit de viagem e brindes ROX.
NÃO INCLUSO
- Passagens aéreas internacionais até Denpasar;
- Bebidas;
- Seguro de avarias da moto — o operador trabalha com caução de garantia ou apólice opcional;
- Gorjetas e despesas pessoais.
OBSERVAÇÕES
- Viagem sujeita ao número mínimo participantes;
- Uso obrigatório de equipamento completo de proteção: capacete, botas, luvas, jaqueta e calças com proteções;
- Para segurança dos participantes, não é permitido utilizar calça jeans e tênis nos dias de pilotagem.
VOCÊ SÓ ENCONTRA AQUI
- Equipe com mais de uma década de experiência e centenas de viagens internacionais de moto;
- Experiência verdadeiramente premium, com atenção aos detalhes em atendimento, operação, hotéis, restaurantes e experiências;
- Grupos de no máximo 10 motos;
- Serviço de concierge completo;
- Confiabilidade de uma empresa consolidada no mercado brasileiro, com estrutura própria no Chile e na Europa;
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