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FICHA TÉCNICA

13 dias

10 a 22/07/2027

Ásia

Mongólia

EXPEDIÇÃO

60 a 70% de terra e pista de estepe
ROADMAP
Dia 1 - 10/07 - sábado: Chegada a Ulaanbaatar
Chegada à capital mongol e transfer ao hotel. Tarde livre para o primeiro contato com uma cidade que é puro contraste: arranha-vidros ao lado de gers, um mosteiro budista do século XIX encostado num shopping.
À noite, briefing de rota e jantar de boas-vindas. A cidade já está tomada pelos preparativos do Naadam.
Dia 2 - 11/07 - domingo: Naadam — abertura (sem moto)
O Naadam é a festa nacional da Mongólia e existe, de alguma forma, há mais de mil anos. A cerimônia de abertura no estádio nacional é um espetáculo de cavalaria, música e trajes que vale a viagem sozinha.
À tarde, as duas primeiras das “três artes viris”: a luta mongol, sem categorias de peso e sem tempo, e o arco e flecha, com arcos compostos de chifre e tendão. Dia inteiro na festa, sem moto.
Dia 3 - 12/07 - segunda: Naadam — corrida de cavalos e entrega das motos
De manhã, a terceira arte, e a mais impressionante: a corrida de cavalos — trinta quilômetros em campo aberto, com centenas de cavalos montados por crianças de sete a doze anos. Não há pista, não há arquibancada: a gente se posiciona na estepe e espera a poeira aparecer no horizonte.
À tarde, entrega das motos, ajuste de equipamento e último briefing. Amanhã a cidade fica para trás.
Dia 4 - 13/07 - terça: Ulaanbaatar › Parque Nacional de Terelj (≈ 80 km)
Etapa curta para entrar no ritmo. Saímos da capital e, em uma hora, a paisagem já é de estepe com formações de granito espalhadas como se alguém as tivesse largado ali.
Parada na estátua equestre de Gengis Khan — quarenta metros de aço inoxidável no meio do nada, com um elevador que sobe até a cabeça do cavalo — e chegada ao Parque Nacional de Gorkhi-Terelj.
Primeira noite em acampamento de gers, com fogão a lenha aceso pelo pessoal do camp antes de a gente dormir.
Dia 5 - 14/07 - quarta: Terelj › Kharkhorin (≈ 380 km)
O primeiro dia grande, e o primeiro em que a estrada some. Cruzamos a estepe central rumo ao vale do Orkhon, Patrimônio da UNESCO — o vale que foi o centro político da Ásia por mil anos.
Trilhas de terra, rios rasos para atravessar, rebanhos de cavalos e nenhuma cerca em lugar nenhum: na Mongólia não existe propriedade privada da terra, e isso muda tudo na forma de pilotar.
Noite em Kharkhorin, sobre as ruínas de Karakorum, a capital que Gengis Khan fundou e que o filho Ogodei terminou.
Dia 6 - 15/07 - quinta: Circuito saindo de Kharkhorin (≈ 150 km)
Dia de circuito, com a bagagem no camp e a moto leve.
Pela manhã, o mosteiro de Erdene Zuu, o mais antigo da Mongólia, construído em 1585 com as pedras de Karakorum e cercado por 108 estupas brancas. Sobreviveu aos expurgos soviéticos — quase nenhum outro sobreviveu.
À tarde, a cachoeira do Orkhon e uma visita a uma família de pastores nômades: chá com leite salgado, queijo seco e a chance de entender como se vive, de verdade, num lugar assim. Segunda noite em Kharkhorin.
Dia 7 - 16/07 - sexta: Kharkhorin › Mosteiro de Ongi (≈ 300 km)
A estepe começa a secar e vira semideserto. As distâncias entre vilarejos passam a ser de cem quilômetros, e o horizonte fica absolutamente reto.
Chegada às ruínas do mosteiro de Ongi, à beira de um rio que às vezes existe e às vezes não. Foi um dos maiores complexos monásticos do país até 1937, quando foi destruído; o que sobrou são paredes de barro e um punhado de monges que voltaram.
Noite em gers à beira do rio, com o primeiro céu de deserto da viagem.
Dia 8 - 17/07 - sábado: Ongi › Bayanzag, as Falésias Flamejantes (≈ 220 km)
Entramos no Gobi de verdade. O deserto mongol não é de areia: é de cascalho, de arbusto seco e de horizontes que enganam a distância.
Chegada a Bayanzag, as Falésias Flamejantes — paredões de arenito vermelho que pegam fogo na luz do fim de tarde e onde, em 1922, Roy Chapman Andrews encontrou os primeiros ovos de dinossauro reconhecidos pela ciência. Ainda hoje se acha fóssil andando por ali.
Pôr do sol na borda da falésia. É a foto do roteiro.
Dia 9 - 18/07 - domingo: Bayanzag › Khongoryn Els (≈ 180 km)
Etapa curta em quilômetros e dura em piso: areia solta, cascalho e trechos de washboard que testam a paciência.
No fim da tarde aparecem as Khongoryn Els, as Dunas Cantantes: uma barreira de areia de 180 quilômetros de comprimento e até 300 metros de altura, encostada numa cordilheira. Quando o vento sopra na crista, a areia produz um ronco grave que se ouve de longe — daí o nome.
Subir a duna a pé, na areia fofa, leva uma hora e derruba qualquer um. Descer leva dois minutos. Vale as duas coisas.
Dia 10 - 19/07 - segunda: Circuito nas dunas (≈ 100 km)
Dia leve, com o camp como base.
De manhã, passeio de camelo bactriano — os de duas corcovas, que são daqui — com a família que cria o rebanho, e a chance de ver como se vive no Gobi: o poço, o rebanho, o gerador solar, o rádio.
À tarde, um circuito curto de moto pelas encostas da cordilheira de Gurvan Saikhan, com areia de sobra para quem quiser brincar. Segunda noite nas dunas, com um dos melhores céus da viagem.
Dia 11 - 20/07 - terça: Khongoryn Els › Yolyn Am › Dalanzadgad (≈ 250 km)
Rumo leste até o Yolyn Am, o Vale do Abutre: um desfiladeiro estreito no meio do deserto onde, por causa da sombra permanente, o gelo do inverno resiste até o meio do verão. Caminha-se um quilômetro entre paredes de rocha e, de repente, há uma língua de gelo no chão a 40 °C do lado de fora.
Chegada a Dalanzadgad, a capital do Gobi Sul, com a primeira ducha quente em vários dias.
Dia 12 - 21/07 - quarta: Dalanzadgad › Ulaanbaatar (≈ 550 km)
A última etapa é longa e, desta vez, quase toda asfaltada: a estrada nova que liga o Gobi à capital, reta por centenas de quilômetros, com a estepe passando dos dois lados.
Chegada a Ulaanbaatar no fim da tarde, devolução das motos e jantar de encerramento com o balanço dos treze dias: cerca de 2.200 quilômetros, o Naadam, o Orkhon, as Falésias Flamejantes, as Dunas Cantantes e nove noites de céu limpo.
Dia 13 - 22/07 - quinta: Ulaanbaatar, Mongólia
Manhã livre para o mercado Naran Tuul — o maior mercado a céu aberto do país, onde se compra de sela a chapéu de pele — e transfer ao aeroporto.
Quem quiser esticar, o lago Khövsgöl, no norte, é uma viagem em si; e Pequim está a duas horas de voo.
PRINCIPAIS ATRAÇÕES DO TOUR MONGÓLIA — NAADAM & GOBI
O NAADAM
A festa nacional da Mongólia, com mais de mil anos: luta, arco e flecha e a corrida de cavalos de trinta quilômetros em campo aberto, montada por crianças. A data do tour existe por causa dela.
KHONGORYN ELS — AS DUNAS CANTANTES
180 quilômetros de dunas de até 300 metros encostadas numa cordilheira. Quando o vento bate na crista, a areia ronca. Subir leva uma hora; descer, dois minutos.
BAYANZAG — AS FALÉSIAS FLAMEJANTES
Paredões de arenito vermelho que pegam fogo na luz do fim de tarde, e onde foram encontrados os primeiros ovos de dinossauro reconhecidos pela ciência.
VALE DO ORKHON
Patrimônio da UNESCO e centro político da Ásia por mil anos, com as ruínas de Karakorum e o mosteiro de Erdene Zuu e suas 108 estupas.
YOLYN AM, O VALE DO ABUTRE
Um desfiladeiro no meio do Gobi onde o gelo do inverno resiste até o meio do verão. Quarenta graus do lado de fora, gelo no chão lá dentro.
NOITES EM GER
As tendas redondas de feltro que os mongóis usam há três mil anos, com fogão a lenha no centro — e, do lado de fora, um dos céus mais limpos do planeta.
ESTEPE SEM CERCA
Na Mongólia não existe propriedade privada da terra. Não há cerca, não há placa e, na maior parte do tempo, não há estrada — só a direção certa. Muda completamente a forma de pilotar.
PASTORES NÔMADES
Visita a famílias que vivem como se vivia há séculos: chá com leite salgado, queijo seco, o rebanho, o poço. A hospitalidade mongol é uma instituição.


Mapa aproximado do roteiro. Linha cheia: trechos de moto. Linha tracejada: travessias de balsa.
ESTÁ INCLUSO
- Hospedagem em acampamentos de ger de categoria turística superior — as tendas redondas de feltro, com fogão a lenha, banheiro e chuveiro no bloco central — e hotel em Ulaanbaatar no primeiro e no último dia;
- Pensão completa a partir do dia 4: café da manhã, almoço e jantar preparados nos acampamentos. Fora da capital não existe restaurante na estrada, então a alimentação faz parte do pacote;
- Guia da ROXMOTORS acompanhando o grupo em português, com formação avançada em pilotagem, mecânica e primeiros socorros pela WMA;
- Guia local mongol e veículo de apoio 4×4 com mecânico, levando a bagagem, o combustível de reserva e as peças;
- Moto de trilha com combustível incluso;
- Ingressos do Naadam e entradas dos parques do roteiro;
- Traslados de aeroporto;
- Seguro de vida e assistência de viagem premium;
- Road book digital e impresso;
- Kit viagem com brindes ROXMOTORS e quadro memória;
- Customer Service: concierge para emissão de passagens, hotéis adicionais e experiências locais (exclusividade ROX).
NÃO INCLUSO
- Passagens aéreas até Ulaanbaatar;
- Bebidas alcoólicas;
- Refeições em Ulaanbaatar, nos dias 1, 2, 3 e 13;
- Despesas pessoais em geral;
- Tudo o que não está citado como incluso.
OBSERVAÇÕES
- Viagem sujeita ao número mínimo participantes;
- Uso obrigatório de equipamento completo de proteção: capacete, botas, luvas, jaqueta e calças com proteções;
- Para segurança dos participantes, não é permitido utilizar calça jeans e tênis nos dias de pilotagem.
VOCÊ SÓ ENCONTRA AQUI
- Equipe com mais de uma década de experiência e centenas de viagens internacionais de moto;
- Experiência verdadeiramente premium, com atenção aos detalhes em atendimento, operação, hotéis, restaurantes e experiências;
- Grupos de no máximo 10 motos;
- Serviço de concierge completo;
- Confiabilidade de uma empresa consolidada no mercado brasileiro, com estrutura própria no Chile e na Europa;
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